Carta Maior é uma publicação eletrônica multimídia de esquerda, criada em 2001, no primeiro Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre. A sua linha editorial defende a democratização do Estado brasileiro, a integração da América Latina e compartilha o ideário do movimento que deu origem ao FSM em defesa da construção de uma globalização dos povos e da solidariedade e não apenas do capital.
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm - May 19, 2013 6:44:41 AM - Sep 27, 2010 7:16:39 AM
*O fabuloso Chile, com suas políticas pró-mercados, está por um fio de cobre (leia a entrevista com Gabriel Palma, nesta pág)* : o obituário de Rafael Videla, por Oscar Guisoni (especial para Carta Maior; nesta pág) ** Petroleo: o regime de partilha instituído em 2010 passa a reger entre 80% e 90% do petróleo brasileiro. Em sete anos, a fatia do pré-sal na produção já será de 40% do total (
(Carta Maior; Domingo, 19/05/2013)Modelo chileno está por um fio, adverte economistaNovo currículo do curso de jornalismo escamoteia poder do oligopólioPesquisadores acadêmicos de alto quilate conseguiram a proeza de propor as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo sem se pronunciar sobre como se configura o sistema empresarial, oligopólico, firmado sobre a propriedade cruzada de diferentes meios de comunicação. Por Pedro PomarEducação | 19/05/2013• Venício Lima: Quais critérios adotar na publicidade oficial?• Informe sobre uma informação: a mídia argentina em debate• BNDES abre diálogo sobre financiamento de meios públicos e alternativos• Globonews requenta relatório da ONG Repórteres Sem FronteiraO banqueiro e o orangotangoNa Indonésia, a exploração da madeira, do carvão e do óleo de palma contribui para a destruição da floresta e de sua biodiversidade. É um problema semelhante ao da Amazônia brasileira, onde um banqueiro pecuarista é denunciado por movimentos sociais e pelo Ministério Público. Por Najar Tubino > LEIA MAIS | Meio Ambiente | 19/05/2013Cadastro: somos 77643Uma escola de defesa para a América do SulRepresentantes dos países da América do Sul estiveram reunidos nos últimos dias em Lima, Peru, no âmbito do Conselho de Defesa da região. Ao estreitar a colaboração entre suas forças armadas, os sul-americanos barram as tentativas de manipulação externa.19/05/2013
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* Morre um símbolo do horror na AL: o obituário de Rafael Videla, por Oscar Guisoni (especial para Carta Maior; nesta pág) ** Petróleo: partilha X concessão**As reservas anteriores ao pré-sal representam agora pouco mais que 13% do novo potencial do país**o regime de partilha instituído em 2010 passa a reger entre 80% e 90% do petróleo brasileiro. Em sete anos, a fatia do pré-sal na produção já será de 40% do total ( Leia no Blog das Frases )
(Carta Maior; Sábado, 18/05/2013)CNBB ataca decisão pró-igualdade do CNJ sobre uniões estáveisNota da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil diz que família monogâmica e o casamento natural entre o homem e a mulher representam um princípio fundamental do Direito Natural. É uma reação à recente resolução do Conselho Nacional de Justiça que habilita casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Direitos Humanos | 18/05/2013Pompéia, o goleiro voadorNa coluna Deixa Falar: o megafone do esporte desta semana, o historiador e professor da Uerj e da PUC-RJ Antonio Edmilson Rodrigues analisa a trajetória de Pompéia, goleiro do América-RJ entre os anos 60 e 70. Com origem no circo, vítima de racismo e reconhecido pela impulsão, esse extraordinário jogador ganhou títulos e chegou à seleção brasileira. | 18/05/2013Documentário sobre Darcy Ribeiro estreia na tevê neste domingoO filme Darcy um brasileiro, dirigido por Maria Maia, estreia na programação da TV Senado às 20h30 deste domingo (19). O documentário conta a história do antropólogo, político e ativista que foi chefe da Casa Civil de João Goulart, lutou contra a ditadura, defendeu os índios, fundou a Universidade de Brasília e lançou a Lei de Diretrizes Básicas da Educação. Arte & Cultura | 18/05/2013Chomsky alerta NY Times sobre diferença de tratamento entre Venezuela e HondurasAo lado de outros intelectuais, o linguista norte-americano Noam Chomsky enviou correspondência a Margaret Sullivan, editora no The New York Times, cobrando o jornal a rever seu tratamento sobre Venezuela e Honduras: Chávez, apesar das vitórias eleitorais, é costumeiramente citado como ditador, e Micheletti, que sucedeu Zelaya, é presidente interino. | 18/05/2013Cadastro: somos 77637Washington AraújoTorcedores pessimistas e... embriagadosAbrir os jornais do dia e conferir a escalada de assuntos dos telejornais noturnos, surfar nas ondas da Web, nossa conhecida internet, é convite solene para dar de cara com um mundo de personagens embriagados. A revista Veja está aí para provar. 17/05/2013
:porque eles não vão se conformar ( **Estimativas da Petrobrás para o pré-sal brasileiro indicam potencial de 70 a 100 bilhões de barris de óleo equivalente (somatório de petróleo e gás natural)** as disponibilidades anteriores ao pré-sal, da ordem de 11 a 16 bi/barris, representam agora entre 13% e 20% do novo potencial do país**o regime de partilha instituído em 2010 passa a reger algo entre 80% e 90% do petróleo brasileiro. A fatia do pré-sal na produção saltará de 18% em 2015 para 40,5% em 2020.CRISE, SONEGAÇÃO GLOBAL E ARROCHO; UM ENRÊDO DE GARCIA MÁRQUEZ
Morre Videla, o último bandido da oligarquia argentinaNa madrugada de 17 de maio morreu como havia nascido, entre armas, na solidão e no ostracismo, tal como devia morrer: na prisão, condenado por seus crimes contra a humanidade. Nasceu entre baionetas e armas e morreu só, em uma cela, ao amanhecer, como costumam morrer algumas ratazanas. Agora só lhe restará o consolo dos obituários que seguramente muitos sobrenomes ilustres publicarão no jornal La Nación, sintoma de que a oligarquia argentina chora o último de seus bandidos. Por Oscar Guisoni, Especial para Carta Maior.InternacionalInflação: o pulo do gato> LEIA MAIS | | 17/05/2013Cadastro: somos 77635
A pá de cal no bloqueio à informação (leia a coluna de Laurindo Leal Filho; nesta pág)**Alô, Secom: CRISE, ESTADOS FALIDOS, SONEGAÇÃO GLOBAL E ARROCHO; UM ENRÊDO DE GARCIA MÁRQUEZ
"A Starbucks não paga impostos sobre seus rendimentos porque, segundo dizem, "não tem lucros contábeis".E não tem porque suas empresas locais, de propriedade e administração de Starbucks, pagam a uma empresa de Starbucks fora do país uma quantidade sideral pelo direito de usar o nome Starbucks. Ou seja, Starbucks paga a Starbucks pelo uso do nome Starbucks. E na legislação tributária neoliberal, isso é perfeitamente legal. É realismo mágico contábil. A meu juízo, Gabriel Garcia Márquez deveria ter sido consultor de empresas de contabilidade". O desabafo é do economista Gabriel Palma, da Universidade de Cambridge, um dos entrevistados pelo correspondente de Carta Maior, em Londres, Marcelo Justo, na reportagem de leitura obrigatória por quem deseja entender as raízes de uma crise que há cinco anos imobiliza Estados e penaliza nações. As 100 empresas mais importantes do Reino Unido, por exemplo, tem mais de 8 mil subsidiárias em paraísos fiscais, informa Marcelo Justo. A Inglaterra não é exceção. A desregulação das últimas décadas submeteu os Estados a um duplo torniquete fiscal. De um lado, corroeu a carga tributária deliberadamente,extinguindo impostos e mimando endinheirados com baixas alíquotas e isenções .Tudo em nome das reformas amigáveis aos mercados. De outra parte, o livre trânsito dos capitais favoreceu a evasão e a sonegação em triangulações contábeis lubrificadas pelo predomínio do comércio intra e inter-companhias e de suas respectivas conexões com paraísos fiscais. O conjunto empurrou a política fiscal dos governos à servidão do endividamento público, que por sua vez reduziu Estados nacionais a um anexo dos interesses rentistas. O colapso de 2008 encontrou governos alijados de ferramentas para reagir e corporações solidamente apetrechadas para defender seus privilégios. Alguma surpresa que a Europa patine na mais longa recessão de sua história? (Leia a íntegra da reportagem de Marcelo Justo nesta pág)
Inflação: O pulo do gatoQue futuro espera a eurozona?Um estudo publicado pela fundação alemã Friederich Ebert Stiftung, vinculada ao Partido Social Democrata (SPD), admite o óbvio: as medidas adotadas nas muitas cúpulas sobre a crise demonstraram rapidamente ser inadequadas, e muitas vezes simplesmente acentuam os efeitos da crise. Diante disso, o trabalho traça quatro cenários para o futuro da região. Conheça-os. Por Jacques Sapir | 17/05/2013• Economia europeia em queda; nove países estão em recessão• Flávio Aguiar: Eleições, o impasse da Alemanha e suas liçõesLaurindo Lalo Leal FilhoBanda larga democratizada será pá de cal no bloqueio à informaçãoVirá o momento em que informações urgentes não passarão mais pelos grandes meios para chegar ao público. Em São Paulo, a prefeitura anuncia o acesso gratuito à internet nas ruas, passo decisivo para o avanço da democratização das informações. - 17/05/201317/05/2013
Inflação: O pulo do gato
MP dos Portos é aprovada com facilidade no Senado: a maioria da população não sabe até agora o que estava em jogo**Alô, Secom: a Internet está virando a nova televisão do Brasil: 46,5% da população já tem acesso à rede digital e a expansão é cada vez maior nas faixas de menor renda. Quem avisa é o IBGE** PSDB, Petróleo e Interesse Nacional: um antagonismo inconciliável ( Leia no Blog das Frases) CRISE, ESTADOS FALIDOS E SONEGAÇÃO GLOBAL; COISA DE GARCIA MÁRQUEZ
"A Starbucks não paga impostos sobre seus rendimentos porque, segundo dizem, "não tem lucros contábeis".E não tem porque suas empresas locais, de propriedade e administração de Starbucks, pagam a uma empresa de Starbucks fora do país uma quantidade sideral pelo direito de usar o nome Starbucks. Ou seja, Starbucks paga a Starbucks pelo uso do nome Starbucks. E na legislação tributária neoliberal, isso é perfeitamente legal. É realismo mágico contábil. A meu juízo, Gabriel Garcia Márquez deveria ter sido consultor de empresas de contabilidade". O desabafo é do economista chileno Gabriel Palma, um dos entrevistados pelo correspondente de Carta Maior, em Londres, Marcelo Justo na reportagem de leitura obrigatória por quem deseja entender as raízes de uma crise que há cinco anos imobiliza Estados e martiriza nações. As 100 empresas mais importantes do Reino Unido, por exemplo, tem mais de 8 mil subsidiárias em paraísos fiscais, informa Marcelo Justo. A desregulação das últimas décadas submeteu os Estados a um duplo torniquete fiscal. De um lado, corroeu a carga tributária deliberadamente,extinguindo impostos e mimando endinheirados com baixas alíquotas e isenções .Tudo em nome das reformas favoráveis ao investimento. De outra parte, o livre trânsito dos capitais favoreceu a evasão e a sonegação em triangulações contábeis lubrificadas pelo predomínio do comércio intra e inter-companhias e de suas respectivas conexões com paraísos fiscais. O conjunto empurrou a política fiscal dos governos à servidão do endividamento público, que por sua vez reduziu Estados nacionais a um anexo dos interesses rentistas. A colapso de 2008 encontrou governos alijados de ferramentas para reagir e corporações solidamente apetrechadas para defender seus privilégios. Alguma surpresa que a Europa patine na mais longa recessão de sua história? (Leia a íntegra da reportagem de Marcelo Justo nesta pág)
(Carta Maior; 6ª feira, 17/05/2013)
)**Senado aprova a MP dos Portos por esmagadora maioria de 53 a 7 *
O PSDB , O PETRÓLEO E O INTERESSE NACIONAL:
Constitucionalismo ecológico na América LatinaAs modernas constituições se fundam sobre o contrato social de cunho antropocêntrico. Não incluem o contrato natural, que é o acordo e a reciprocidade que devem existir entre os seres humanos e a Terra. Coube enfim, à América Latina, em especial Equador e Bolívia, desenvolver um pensamento constitucionalista de natureza ecológica. Por Leonardo Boff | 16/05/2013• Gás do efeito estufa supera índice histórico e nos obriga a retrocederCelso de Mello diz que Joaquim Barbosa (o herói nacional) está errado Recentemente defendi que, do ponto de vista do Estado de Direito vigente, os réus do mensalão poderiam reclamar junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A reação de Joaquim Barbosa foi a mais contundente e populista imaginável. Mas Celso de Mello também o contestou. Por Luiz Flávio GomesPolítica | 16/05/2013Palestina e Israel se encontram em 'Uma garrafa no mar de Gaza'Filme dirigido por Thierry Binist conta a história de Tal Levine, uma estudante israelense que, sufocada pelo conflito entre Israel e Palestina, estabelece diálogo com um jovem de Gaza através de uma carta colocada dentro de uma garrafa atirada ao mar. | 16/05/2013• Após a revolução, resta o problema dos revolucionáriosEconomia europeia em queda; nove países estão em recessãoA economia da zona euro está em queda há seis trimestres consecutivos. Nove dos 17 países estão em recessão: Espanha, França, Itália, Finlândia, Holanda, Portugal, Chipre, Grécia e Eslovênia. A política de austeridade imposta pela troika e pelo governo alemão de Angela Merkel está afundando a Europa. | 16/05/2013• Ignacio Ramonet: O mundo em 2030
ALÔ, SECOM! A Internet está virando a nova televisão: 46,5% da população já tem acesso à rede digital** crescimento é maior nas faixas de menor renda , avisa o IBGE**PIB brasileiro cresce 1% no 1º trimestre**No Japão, heterodoxia eleva o consumo em 0,9% ** Na Europa, ortodoxia joga a economia na mais longa recessão da história: PIB cai pelo 7º tri seguido(leia análise de Flávio Aguiar; de Berlim)Indústria tem forte recuo nos EUA em abril** Crise , desregulação e asfixia fiscal:como as corporações deixam de pagar impostos transferindo lucros a paraísos fiscais, para remunerar 'serviços' prestados pelas próprias subsidiárias (leia a reportagem de Marcelo Justo, de Londres )**:'A lição da MP dos Portos: é preciso discutir as escolhas do desenvolvimento com a sociedade, ou o país fica refém de Cunhas & Alves')
PSDB ,PETRÓLEO E INTERESSE NACIONAL: UM ANTAGONISMO INCONCILIÁVEL
O medo de ousar e a submissão ao capitalA política de rendição aos interesses do capital tem dominado a agenda do governo. Esse comportamento vem ainda antes da eclosão da crise internacional em 2008, na época em que prevalecia a tentativa de vender a imagem do bom-mocismo e quando se aplicavam, de forma mais realista que o rei, as recomendações da ortodoxia do financismo.16/05/2013