Carlos Eduardo Eboli
http://www.carloseduardoeboli.globolog.com.br/ - 11/18/08 18:48:44 - 05/14/08 13:05:25
Bombardeio
Desta vez, eu entendo o mal humor do técnico Dunga. Não é fácil ter que falar a cada cinco minutos sobre a sua própria demissão. Aumentam os rumores sobre a queda do treinador-estagiário e chegada de Muricy Ramalho.
A informação está no ar e a pressão não pára de crescer sobre os ombros de Dunga.
O amistoso entre Brasil e Portugal tem cara de festa de despedida. O fato é que a irregularidade da seleção anda deixando o presidente da CBF, Ricardo Teixeira pensativo demais. Os empates sem gols, em casa, contra Bolívia e Colômbia ainda não foram degeridos.
Os jogadores também não podem ser poupados de críticas, mas, no futebol, todos que a corda arrebenta para o lado do treinador.
E, neste caso, um frágil fiapo sustenta Dunga na seleção.
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Era uma vez...
O técnico René Simões usou mais uma suas histórias para motivar os jogadores do Fluminense:
- Contei para o time a história da raposa e da onça na floresta. A onça estava cansada de tentar pegar a raposa e armou uma nova estratégia. Espalhou entre a bicharada que estava morrendo e se deitou no chão da caverna. Os bichos foram se juntando ao lado da onça e começaram a acreditar que ela realmente tinha morrido. A raposa chegou na porta da caverna e não queria acreditar no que tinha acontecido. Desconfiada, ela falou alto que sua avó tinha ensinado que ninguém morre sem dar três suspiros. A onça escutou isso e suspirou três vezes. Foi a senha para a raposa fugir a caverna - afirma René Simões.
Depois o técnico explicou como esta história se aplica ao Fluminense.
- Esta é a mesma situação que o nosso time vive no Brasileiro. Nós somos a raposa e o rebaixamento é a onça. Temos que saber que o nosso risco de cair ainda existe, mesmo que ele esteja se fingindo de morto. O rebaixamento ainda não acabou. Ele está vivo e se a gente relaxar agora, ele vai nos abocanhar.
É válida a tática de René, mas acho que ele não precisa se preocupar. No caso do Fluminense, o rebaixamento está em coma e dificilmente vai levantar.
Já com relação ao Vasco, o rebaixamento ainda não deu qualquer sinal de doença e está mais vivo do que nunca.
Será que o René não teria uma historinha diferente para ensinar ao treinador vascaíno, Renato Gaúcho?
Na pior das hipóteses, estamos próximos do Natal e não custa nada fazer aquele tradicional pedido ao Papai Noel. Apenas lembro que o bom velhinho não é nenhum gênio da lâmpada e muito menos Santo milagreiro.
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Tsunami rubro-negro
Tsumani rubro-negro
Quem assistiu ao primeiro tempo entre Flamengo e Palmeiras não poderia imaginar que o jogo terminaria com uma tremenda goleada rubro-negra.
O Flamengo saiu vitorioso da primeira etapa, mas foi o Palmeiras que dominou as ações. O time de Luxemburgo jogava e a equipe de Caio Júnior marcava gols. O placar de 2 a 1 foi um pouco mentiroso.
Porém, no segundo tempo, tudo mudou e o Flamengo atropelou o Verdão sem piedade. Ibson, ou melhor Ibshow, deu o tom do jogo e só não fez chover no Maracanã diante de um Palmeiras perdido em campo.
A partida ficou eletrizante, já que, mesmo mal, o time paulista tentava reagir. Um golaço atrás do outro e o mais bonito deles para coroar a atuação de Ibson. Um linda letra para escrever a melhor página do Flamengo neste campeonato.
O título continua distante, pois São Paulo e Grêmio venceram seus jogos, mas garanto que, nesta segunda-feira, não um único rubro-negro chateado com isso.
Luta tricolor
O São Paulo continua esbanjando segurança. Na vitória por 3 a 1 sobre o Figueirense, o tricolor poderia ter se assustado com o primeiro gol do time catarinense, mas, como sempre, botou a bola no chão e não deu chance para a reação do adversário.
O Grêmio segue na perseguição e venceu mais uma bem no seu estilo aos trancos e barrancos. Tudo é no limite com este aplicada e competente time de Celso Roth.
A diferença é pequena, porém acho mais fácil os gaúchos tropeçarem do que os paulistas.
Já são 15 jogos de invencibilidade do São Paulo e é difícil de acreditar que o time de Muricy Ramalho não conseguirá manter o ritmo por pelo menos mais 3 rodadas.
3 para 2
A briga pela Libertadores está acirrada. Flamengo, Cruzeiro e Palmeiras lutam por 2 vagas. A próxima rodada poderá ser decisiva. Se o Flamengo vencer o Cruzeiro, no Mineirão, garantirá, praticamente, um lugar da competição continental em 2009.
O Cruzeiro joga sua última cartada e o Palmeiras vai assistir tudo de camarote, já que, provavelmente, vencerá o Ipatinga. Pelo menos esta é a lógica. O problema maior do time paulista é terrível clima de guerra que existe entre o técnico Luxemburgo e alguns marginais da principal torcida organizada do clube.
Aliás, já passou da hora de se colocar um ponto final nisso. A diretoria do Palmeiras tem a obrigação de dar uma retaguarda eficiente ao treinador. Será que é tão difícil prender alguém que você sabe quem é e onde fica?
O problema está tomando proporções perigosas e se não houver uma açõa mais direta, poderá acontecer uma tragédia.
Chega de dar espaço a esses marginais travestidos de torcedores.
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Papai Noel existe!!!
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira fez um alerta às cidades que pleiteiam receber jogos da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no país.
O site oficial da entidade publicou um texto, assinado pelo presidente Ricardo Teixeira, condenando a ação de "espertalhões" para direcionar a escolha das praças utilizadas no torneio. O mesmo artigo foi publicado no jornal O Globo.
No melhor estilo lobo em pele de cordeiro, Teixeira pinta uma realidade fantasiosa feito promessa de político. Vamos à pérola:
"É natural um certo clima de ansiedade entre as concorrentes, mas desde já é preciso afastar de forma peremptória o risco de ver surgir um personagem potencialmente típico nessas horas: o chamado espertalhão. Quero ser bem claro nesse ponto: o comitê organizador da Copa não indica, não prefere, não sugere, não apóia, não condiciona, não sinaliza, não recomenda e nem credencia quem quer que seja. Isso vale para empresas de consultoria de qualquer tipo, prestadores de serviço em geral, empresas de construção, de marketing, enfim, seja qual for o fornecedor ou o interesse", avisou Teixeira.
Ou seja, o dirigente quer me convencer de que não haverá jogo político para favorecer esta ou aquela cidade.
O texto é lindo e beira a perfeição ideológica, porém ainda não chegamos no Natal para acreditarmos em Papai Noel.
O artigo de Ricardo Teixeira servirá, daqui em diante, como um tremendo instrumento fiscalizador para todas as redações.
A cada promessa furada, um alerta. Alguma coisa me diz que vamos fazer muitos alertas até março do próximo ano quando a Fifa irá escolher as sedes.
Apenas lembrando que, no dia 19 de novembro, a CBF vai organizar um amistoso entre Brasil e Portugal, no estádio Bezerrão, na cidade satélite do Gama, em Brasília.
O detalhe é que dos 29 mil ingressos confeccionados, 10 mil serão distribuídos para políticos e agregados e apenas 9 mil serão vendidos ao público com preços absurdos que variam entre 80 e 250 reais.
Realmente, com a CBF não tem jogo político.
Tá Bom!!!! Me engana que eu gosto!!!!
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Explicações do presidenteNeste domingo, entrevistei, no CBN Esportes, o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas. O dirigente me explicou que o clube tem recursos para pagar os salários atrasados (já são 3 meses de atraso), porém este dinheiro está preso devido à crise financeira mundial. Segundo Bebeto, o clube não consegue descontar os ativos junto aos bancos. Uma situação sem data para se ter uma solução e, enquanto isso, os funcionários e jogadores deverão ter paciência. A explicação do presidente mostra claramente a fragilidade estrutural do clube. Uma realidade presente em outros tantos clubes brasileiros. O problema não é a crise que, há meses vem desafiando as estruturas de inúmeras empresas. O problema é que a grande maioiria dos clubes de futebol, no Brasil, trabalha no limite financeiro e não tem um amplo leque de opções de fontes de renda. Falta trabalho e criatividade para que o clube não fique dependente da venda de jogadores e cotas de televisão. Os grandes da Europa, constantemente, mostram que é possível ganhar dinheiro de diversas formas com esta paixão mundial chamada futebol. Mas para isso é preciso trabalhar seriamente as marcas dos clubes. Porque um estádio como o Engenhão não é bem explorado? A Arena mais moderna do país está virando um "elefante branco". E os produtos? E as promoções para atrair o público? E o conforto nos estádios? E a segurança? Em 2007, o clube com maior média de ocupação no estádio foi o Sport Clube do Recife. O time pernambucano teve uma média de 26.070 por jogo na Ilha do Retiro que tem capacidade para 35 mil. Ou seja, 74,5% de ocupação. Na Europa, os 10 primeiros clubes tiveram, no mesmo período, mais de 98% de ocupação de suas arenas. O Schalke 04 da Alemanha levou uma média de 61.274 torcedores ao estádio que tem capacidade para 61.481 pessoas. (99,7%)
É ou não é um outro mundo?
Enquanto os clubes brasileiros não tiverem uma estrutura inteiramente profissional, nunca conseguiram andar com as próprias pernas.
Boca nervosa
O atacante do Santos Kléber Pereira perdeu a linha ao reclamar da arbitragem, após o jogo contra o Vasco.
Irritado com a marcação do pênalti de Molina em Joilson, o artilheiro do Peixe insinuou que o árbitro do jogo Elmo Alves Resende Cunha foi comprado.
- Ele não sentiu pressão. Já veio pressionado. O bolso dele deve estar cheio acusa o camisa 9 do Santos, em entrevista à rádio Jovem Pan.
Acho bom o jogador ter provas sobre a acusação. Do contrário, poderá ser processado pelo árbitro.
E tem mais, o pênalti, na minha opinião, foi muito bem marcado.
Kléber é bom com os pés, mas ruim com as palavras.
Postado por Carlos Eduardo Eboli - Comente | comentário(s)23/10/2008 - 10/11/2008
Briga de tricolores
A briga de 5 já está se transformando numa simples disputa entre duas equipes. São Paulo ou Grêmio? Quem vai levar o título nacional?
Acho difícil que Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo entrem, novamente, nesta briga para valer. A vaga da Libertadores já é apontada pelos próprios técnicos como sendo o foco principal e mais real.
Tenho que concordar com eles. A vitória do São Paulo teve um ar de sorte de campeão.
Jogo complicado e gol aos 43 minutos do segundo tempo. Será um sinal?
E o Grêmio? Com muitos reservas ganhou do Palmeiras, num Palestra Itália lotado. Que força!!! Seria força de campeão?
Perguntas que ficam no ar e que ainda deixam o campeonato imprevisível.
O Palmeiras foi o grande derrotado da rodada. Isso sem falar da queda de braço entre Marcos e Luxemburgo que parece não ter fim.
Marcos, mais uma vez, atropelou a autoridade do técnico e partiu feito um maluco para o ataque como se pudesse resolver os problemas do mundo. Acho que Marcos fez aquilo por estar morrendo de vergonha de ter tomado um gol ridículo. A zaga também teve culpa, numa história que se repete. O primeiro gol sofrido contra o Fluminense foi idêntico. Que hora para cometer falhas, hein!!!
Luxemburgo não polemizou, como da vez anterior, e, agora, vai discutir o assunto internamente, como deve ser feito.
Já Cruzeiro e Flamengo buscaram oxigênio extra nas vitórias sobre Fluminense e Botafogo. O time mineiro foi muito superior ao adversário e o placar de 1 a 0 ficou barato para o tricolor carioca.
O rubro-negro não teve uma grande atuação no clássico, mas venceu. É bem verdade que foi beneficiado por um erro do ábitro Marcelo de Lima Henrique. O pênalti não marcado de Bruno em Jorge Henrique teria mudado a história da partida.
A reclamação é válida, mas não concordo com a explicação do técnico botafoguense, Ney Franco de que o árbitro é caseiro. O Maracanã é a casa de todos os clubes do Rio e os títulos mais importantes do Botafogo foram conquistados neste estádio.
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Briga de tricolores
A briga de 5 já está se transformando numa simples disputa entre duas equipes. São Paulo ou Grêmio? Quem vai levar o título nacional?
Acho difícil que Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo entrem, novamente, nesta briga para valer. A vaga da Libertadores já é apontada pelos próprios técnicos como sendo o foco principal e mais real.
Tenho que concordar com eles. A vitória do São Paulo teve um ar de sorte de campeão.
Jogo complicado e gol aos 43 minutos do segundo tempo. Será um sinal?
E o Grêmio? Com 7 reservas ganhou do Palmeiras, num Palestra Itália lotado. Que força!!! Seria força de campeão?
Perguntas que ficam no ar e que ainda deixam o campeonato imprevisível.
O Palmeiras foi o grande derrotado da rodada. Isso sem falar da queda de braço entre Marcos e Luxemburgo que parece não ter fim.
Marcos, mais uma vez, atropelou a autoridade do técnico e partiu feito um maluco para o ataque como se pudesse resolver os problemas do mundo. Acho que Marcos fez aquilo por estar morrendo de vergonha de ter tomado um gol ridículo. A zaga também teve culpa, numa história que se repete. O primeiro gol sofrido contra o Fluminense foi idêntico. Que hora para cometer falhas, hein!!!
Luxemburgo não polemizou, como da vez anterior, e, agora, vai discutir o assunto internamente, como deve ser feito.
Já Cruzeiro e Flamengo buscaram oxigênio extra nas vitórias sobre Fluminense e Botafogo. O time mineiro foi muito superior ao adversário e o placar de 1 a 0 ficou barato para o tricolor carioca.
O rubro-negro não teve uma grande atuação no clássico, mas venceu. É bem verdade que foi beneficiado por um erro do ábitro Marcelo de Lima Henrique. O pênalti não marcado de Bruno em Jorge Henrique teria mudado a história da partida.
A reclamação é válida, mas não concordo com a explicação do técnico botafoguense, Ney Franco de que o árbitro é caseiro. O Maracanã é a casa de todos os clubes do Rio e os títulos mais importantes do Botafogo foram conquistados neste estádio.
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Condenável, mas engraçado
O zagueiro André Luiz do Botafogo acabou sendo o grande personagem, desta quarta-feira. Nada foi mais interessante do que o surto cometido pelo jogador, durante a partida contra o Estudiantes pela Copa Sul-Americana.
A atitude dele foi inaceitável, independentemente do erro ou não do árbitro.
Primeiramente, achei que o senhor Carlos Chandía estava equivocado ao dar o cartão amarelo para André Luiz, após a confusão protagonizada pelos jogadores Carlos Alberto e Veron.
Depois, com o auxílio da TV, percebi que o zagueiro se meteu onde não devia e o cartão foi bem aplicado.
Mas a questão é que errado ou não, o árbitro tinha o dever de expulsá-lo, pois aquela atitude do jogador era um atropelo de autoridade.
A ação descontrolada de André pode até ter sido movida pelo erro do juíz ou por um sentimento de "não tenho mais nada a perder", mas, mesmo assim, foi inaceitável.
Agora, apesar do gesto feio, tenho de reconhecer que o cenário foi também engraçado. A cara dos jogadores e do árbitro ao ver o enlouquecido zagueiro com o cartão na mão foi impagável. Tragicômico da melhor qualidade.
Carlos Chandía ficou sem ação por alguns segundos e deve ter pensado "que diabos esse maluco vai fazer com o meu cartão".
Já é uma das melhores imagens do ano!!
Se a Confederação Sul-Americana se diz séria, tem que punir o jogador de qualquer maneira.
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Arrancada tricolor
O São Paulo está dando uma aula de competência, nesta reta final, e já surge como favorito ao título do Brasileirão 2008.
O Palmeiras está na cola, mas terá uma caminhada mais complicada pela frente que o tricolor.
Já na próxima rodada Palmeiras e Grêmio se enfrentam e quem perder poderá dar adeus a disputa, abrindo ainda mais o caminho para o time de Muricy Ramalho.
O Grêmio continua perdendo o fôlego e o Cruzeiro provou que não é um time nada confiável. Perder de 3 (e foi pouco) para o Goiás é brincadeira.
Isso só não é pior que empatar em casa com a Portuguesa. O Flamengo segue decepcionando a torcida no Maracanã. No ano passado, o estádio foi o palco da incrível reação rubro-negra, mas, neste ano, serve como casa de festa para os visitantes.
O time de Caio Júnior não está mostrando força e só um milagre coloca a equipe carioca de volta na briga pelo título. A vaga na Libertadores já será um grande prêmio para um time que insiste em entregar o ouro.
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O dia em que eu quase morri
Neste domingo, em Interlagos, passei por um dos maiores testes cardíacos da minha vida. Nem o mais competente dos cineastas seria capaz de escrever um roteiro tão dramático e inesperado quanto a última volta do GP Brasil de F1.
Os brasileiros comemoram o título por 38 segundos. Tempo suficiente para perceber que o alemão Timo Glock havia ficado pelo meio da caminho e permitido a ultrapassagem do já desesperado Lewis Hamilton.
Um turbilhão de emoção em pouco mais de 500 metros de pista com sentimentos misturados que tumultuavam nossos pensamentos.
Primeiro, vivemos, durante quase toda a prova, o conformismo de uma corrida sem muito segredo em que Hamilton controlava, cirurgicamente, o resultado que precisava.
Depois, a incerteza tomou conta de um autódromo levemente molhado de chuva. Correria nos boxes e um ar de milagre começava a tomar conta da prova e que, literalmente, caía do céu.
Quase no fim, realizamos o que parecia impossível: Massa campeão e Hamilton intregando o título, mais uma vez.
E, por último, em meio a um beliscão e outro de incredulidade, vimos a ultrapassagem que não vai sair da cabeça de todos os brasileiros por muito tempo.
Eu via, mas não entendia ou não queria entender.
Hamilton campeão.
Tudo foi muito rápido como é a Fórmula 1.
Momentos inesquecíveis e uma certeza. Felipe Massa termina esta temporada muito fortelecido e pronto para chegar ao título em 2009, se a Ferrari não atrapalhar.
Disso tudo, fica uma brincadeira que dominou os boxes, em Interlagos: Mais uma vez, um alemão tirou o título de um brasileiro.
Só não podemos ser injustos com Hamilton. O talentoso inglês também deve ser aplaudido de pé. Ele foi brilhante durante todo o ano e mereceu o título.
Valeu, Massa!!! Fica para a próxima.
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Não foi o árbitro que entregou a bola de bandeja nos pés do volante Jean para este fazer o primeiro gol paulista. Foi o goleiro Renan. E também não foi o árbitro que ficou rebolando na frente da bola e deu de presente um contra-ataque, causando o segundo gol do São Paulo. Foi o Diguinho.